Ranking dos Políticos
| Ranking dos Políticos | |
|---|---|
| Tipo | Organização da sociedade civil |
| Fundação | 2011 (15 anos) |
| Estado legal | Ativo |
| Propósito | Avaliar o desempenho de deputados federais e senadores em exercício no Congresso Nacional |
| Sede | Distrito Federal, Brasil |
| Diretor-Geral | Juan Carlos Arruda |
| Fundadores | Alexandre Ostrowiecki Renato Feder |
O Ranking dos Políticos é uma think tank de viés liberal e conservador[1] fundada em 2011 que avalia o desempenho de deputados federais e senadores em exercício no Congresso Nacional.[2][3] A iniciativa classifica parlamentares a partir de critérios relacionados ao uso de recursos públicos, posicionamentos legislativos e histórico judicial, utilizando dados oficiais da Câmara dos Deputados, do Senado Federal e de tribunais de justiça. [4][5]
A organização tem sede em Brasília e, desde 2016, promove anualmente o Prêmio Excelência Parlamentar, que reconhece os parlamentares mais bem avaliados segundo sua metodologia de avaliação.[6][7]
De acordo com informações divulgadas pela própria entidade, seu financiamento ocorre por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas.[8]
Em 2018, o Intercept Brasil classificou a entidade como "um conto do vigário", que não passaria de "uma armadilha liberal para a massa incauta de eleitores que busca informações na internet para escolher seu candidato".[9] Em 2015, a Fundação Getúlio Vargas já havia apontado que "mesmo os idealizadores alegando a neutralidade e a objetividade dos critérios, o site dá ou tira pontos dependendo da tendência do político a votar, por exemplo, em maior ou menor tributação, o que demonstra certo viés".[10]
História
[editar | editar código]O Ranking dos Políticos foi fundado em 2011 pelos empresários Alexandre Ostrowiecki e Renato Feder, empresários do setor de tecnologia e então sócios da empresa Multilaser.[11][12][5]
De acordo com a plataforma internacional On Think Tanks, a organização foi formalmente estabelecida como uma iniciativa da sociedade civil voltada à avaliação do desempenho parlamentar, com base em dados públicos disponíveis nos portais oficiais do Congresso Nacional.[2]
Expansão institucional
[editar | editar código]Ao longo dos anos, a organização ampliou suas atividades para além do ranking, passando a produzir análises legislativas, pesquisas de opinião com parlamentares e campanhas de mobilização cívica.[13][14][15]
Em 2016, o Ranking dos Políticos lançou o Prêmio Excelência Parlamentar, premiação anual destinada a reconhecer os parlamentares mais bem avaliados segundo sua metodologia.[6] A cerimônia passou a ser realizada em Brasília, reunindo parlamentares, jornalistas e representantes da sociedade civil.[16]
Objetivos e posicionamento
[editar | editar código]Segundo declarações públicas da própria instituição, o Ranking dos Políticos tem como objetivo incentivar a responsabilidade fiscal, a transparência no uso de recursos públicos e a eficiência da atividade legislativa.[4] A entidade se apresenta como uma ferramenta de transparência para que cidadãos acompanhem a atuação de seus representantes eleitos.[17]
A iniciativa é descrita por veículos de imprensa como alinhada a pautas liberais na economia e voltada à defesa da responsabilidade fiscal, sendo apresentada por seus dirigentes como apartidária.[18] Apesar disso, seus dirigentes são ligados a partidos políticos.[9] Gustavo Franco, por exemplo, fez parte do Governo Fernando Henrique Cardoso e foi filiado ao PSDB e ao Novo. Outro dirigente,Flávio Rocha, foi candidato pelo PRB.[9] Já Renato Feder, um dos fundadores da ONG, foi secretário de governo de Ratinho Júnior (PSD)[19] e Tarcísio de Freitas (Republicanos)[20] em gestões marcadas por denúncias de fraude, conflito de interesses[21][22] e improbidade administrativa.[23]
Metodologia e Conselho de Leis
[editar | editar código]A metodologia do Ranking dos Políticos baseia-se em dados públicos oficiais, extraídos principalmente dos portais de dados abertos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, incluindo informações sobre votações, presença em sessões, gastos com verbas parlamentares e proposições legislativas. [2] As avaliações consideram:
- Posicionamento dos parlamentares em projetos considerados relevantes pelo Conselho de Avaliação de Leis;
- Uso de recursos públicos;
- Histórico de processos judiciais ou condenações;
- Participação em atividades legislativas.
O modelo de pontuação é acompanhado por um Conselho de Leis, composto por especialistas de diferentes áreas do conhecimento, responsáveis por definir a pontuação atribuída aos projetos de lei analisados. Entre os integrantes notórios do conselho estão o economista e ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles, a ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Ellen Gracie, além de empresários e executivos.[24]
Pontuação
[editar | editar código]Em reportagem publicada pela Gazeta do Povo em novembro de 2017, replicando informações do então site do Ranking dos Políticos (politicos.org.br), foi detalhada a metodologia utilizada pela plataforma em suas avaliações:[25]
- Presença nas sessões
- "A cada 10% acima da média de faltas": - 10 pontos[25]
- "A cada 10% abaixo da média de faltas": + 10 pontos[25]
- "A pontuação para algum ano específico será anualizada, dividindo-se a nota pelo número de ano decorridos no mandato".[25]
- Privilégios
- "A cada 10% acima da média de gastos": - 10 pontos[25]
- "A cada 10% abaixo da média de gastos": + 10 pontos[25]
- "A pontuação para algum ano específico será anualizada, dividindo-se a nota pelo número de ano decorridos no mandato".[25]
- Processos judiciais
- "Cada processo judicial": - 10 pontos[25]
- "Cada acusação grave": - 10 pontos[25]
- "Processos graves com condenação: Pesa o triplo"[25]
- Qualidade Legislativa
"Nosso Conselho de Avaliação de Leis pontua as leis que consideramos mais importantes de - 30 a + 30 levando em consideração principalmente o combate à corrupção, aos privilégios e ao desperdício de recursos públicos".[25]
- Outros
- Formação: "+ 5 para formação universitária".[25]
| Filiação partidária[25] | |
|---|---|
| Partido(s) | Pontos |
| 1 | +10 |
| 2 | 0 |
| 3 | -10 |
| 4 | -20 |
| 5 | -30 |
- Extras
Segundo a plataforma, "pontuações extras são fruto de alguma iniciativa relevante não prevista nos demais critérios. Por exemplo, parlamentares que assinam bons projetos, mesmo que não consigam o mínimo possível de assinaturas para serem discutidos. Da mesma forma, os parlamentares podem perder pontos por conta de algum fato importante que não se enquadre nos critérios".[25]
Análise dos critérios
[editar | editar código]Uma análise dos critérios utilizados revela uma meritocracia "muito peculiar":[9]
| “ | Para se estar bem posicionado, basta seguir a cartilha do mercado e do alto empresariado. Os parlamentares que votaram contra o impeachment da Dilma, a PEC do teto dos gastos, a intervenção militar no Rio e a redução da maioridade penal, por exemplo, perderam muitos pontos no ranking. Já a corrupção, que o site informa ser uma de suas principais bandeiras, tem peso mínimo no ranqueamento. Uma condenação por roubo de dinheiro público não influencia tanto para a posição no ranking desde que a atuação parlamentar esteja alinhada ao que pensa os donos e os conselheiros que comandam o site.[9] | ” |
Em 2018, um exemplo desse viés seria a posição 505 para a deputada Luiza Erundina (PSOL-SP), a qual não respondia a qualquer processo, enquanto o deputado José Medeiros (Podemos-MT), cassado por fraude em votação,[26] ocupava a posição 80 e era considerado "o 3° melhor congressista do seu estado".[9] Em março deste mesmo ano, o Ranking anunciou uma "nova funcionalidade" que após "uma série de perguntas sobre o posicionamento em temas relevantes, como por exemplo, as reformas trabalhista e da Previdência", possibilitaria ao eleitor escolher "os políticos mais aderentes aos posicionamentos destacados" por ele.[27] A iniciativa foi relançada em setembro de 2026 pela Coalização pelo Voto Consciente,[28] e terminou sendo desativada em 1º de outubro, após receber críticas de que, na verdade, estaria direcionando eleitores para candidatos à direita do espectro político.[29]
Ainda em 2018, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) declarou que uma das formas encontradas por empresas "para influenciar na eleição de parlamentares ideologicamente identificados com o pensamento das companhias" era através do "financiamento de sites apartidários com as listas dos melhores deputados e senadores, bastante consultadas durante a eleição". Um dos sites citados foi o Ranking dos Políticos, que "usa critérios de assiduidade, menos gastos com a cota parlamentar, processos judiciais, votos contra a corrupção e, com maior peso, os posicionamentos sobre projetos". Desta forma, "apoiar a reforma trabalhista e a emenda do Teto de Gastos dá mais pontos, votar contra tira. Por isso os mais atuantes na defesa dos trabalhadores, como o senador Paulo Paim [PT-RS], estão entre os piores, e aqueles com pauta liberal estão entre os primeiros".[30]
Em 2022, a Fundação Perseu Abramo ressaltava que "de acordo com os critérios desse ranking, nenhum parlamentar situado à esquerda do espectro político ou que priorize uma pauta social, mesmo que seja o primeiro colocado em outros rankings, consegue ser considerado bom parlamentar". Dentre os dez parlamentares mais bem avaliados naquele ano, estavam cinco filiados ao Podemos, dois ao PL, um ao PSDB e outro ao Cidadania, todos com "atuação pró-governo, ou de caráter liberal, pró-mercado, e conservador".[31]
Prêmio Excelência Parlamentar
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O Prêmio Excelência Parlamentar é uma premiação anual realizada desde 2016, que reconhece os deputados federais e senadores com melhor desempenho no ranking segundo os critérios alinhados aos interesses do Mercado e aos grandes empresários.[9] Ao contrário da propaganda que a think thank faz, a corrupção, mesmo com condenação, influencia pouco na posição do ranking.[9]
Na 10ª edição do evento, realizada em 2025, foram premiados 90 parlamentares, sendo 72 deputados federais e 18 senadores. A cerimônia ocorreu em Brasília e reuniu parlamentares, representantes da sociedade civil, jornalistas e especialistas em política. O prêmio tem sido amplamente divulgado pela imprensa.[16]
| Ano | Parlamentar | Partido | UF | Categoria | Fonte |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | Adriana Ventura | NOVO | SP | Melhor Deputado | [32] |
| Efraim Filho | PL | PB | Melhor Senador | ||
| 2025 | Marcel van Hattem | NOVO | RS | Melhor Deputado | [7] |
| Efraim Filho | PL | PB | Melhor Senador | ||
| 2024 | Arnaldo Jardim | Cidadania | SP | Melhor Deputado | [17] |
| Carlos Portinho | PL | RJ | Melhor Senador | ||
| 2023 | Adriana Ventura | NOVO | SP | Melhor Deputada | [33] |
| Efraim Filho | PL | PB | Melhor Senador | ||
| 2022 | Alex Manente | Cidadania | SP | Melhor Deputado | [34] |
| Eduardo Girão | Podemos | CE | Melhor Senador | [35] | |
| 2021 | Rodrigo Coelho | Podemos | SC | Melhor Deputado | [36] |
| Eduardo Girão | Podemos | CE | Melhor Senador | [37] | |
| 2020 | Tiago Mitraud | NOVO | SC | Melhor Deputado | [38] |
| Oriovisto Guimarães | Podemos | PR | Melhor Senador | [39] | |
| 2019 | Tiago Mitraud | NOVO | MG | Melhor Deputado | [40] |
| Jorginho Mello | PL | SC | Melhor Senador | [41] | |
| 2018 | Fábio Trad | PSD | MS | Melhor Deputado | [42] |
| Ana Amélia | PP | RS | Melhor Senadora | [43] | |
| 2017 | Luiz Carlos Hauly | PSDB | PR | Melhor Deputado | [44] |
| Ana Amélia | PP | RS | Melhor Senadora | ||
| 2016 | Delegado Waldir | PR | GO | Melhor Deputado | [45] |
| Ronaldo Caiado | DEM | GO | Melhor Senador |
Campanhas e mobilizações
[editar | editar código]Além da avaliação parlamentar, a organização promove campanhas públicas sobre temas relacionados à reforma política e ao uso de recursos públicos.
Chega de Mais Impostos
[editar | editar código]Em abril de 2024, durante o Fórum da Liberdade de Porto Alegre, foi lançado o manifesto “Chega de Mais Impostos”, por meio de um abaixo-assinado. O documento menciona dados relativos à carga tributária brasileira e ao Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (IRBES).[46]
Candidaturas independentes
[editar | editar código]Em novembro de 2024, o Ranking dos Políticos lançou a campanha “Exija o Direito às Candidaturas Independentes!”, defendendo a possibilidade de candidaturas avulsas no Brasil.[47]
Entre julho de 2025, a organização realizou pesquisa com 138 parlamentares sobre o tema, cujos resultados indicaram divisão de opiniões no Congresso Nacional. Os dados foram divulgados pela CNN Brasil.[13]
Fim dos supersalários
[editar | editar código]Em setembro de 2025, a organização lançou o “Manifesto pelo Fim dos Supersalários”, campanha voltada à discussão sobre remunerações acima do teto constitucional no serviço público. Segundo informações divulgadas pela imprensa, a iniciativa reuniu mais de 15 mil adesões em seu primeiro mês.[48]
Reconhecimentos
[editar | editar código]Ao longo de sua trajetória, o Ranking dos Políticos recebeu reconhecimentos de instituições públicas e privadas.
Em 2022, Alexandre Ostrowiecki recebeu o Prêmio Libertas na 35º edição do Fórum da Liberdade, concedido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), em reconhecimento pelo seu papel no desenvolvimento do Ranking dos Políticos.[49]
No ano de 2023, Alexandre Ostrowiecki foi homenageado com o Prêmio Liberdade, concedido pelo Instituto de Formação de Líderes de São Paulo (IFL-SP).[50]
Ainda em 2023, a organização recebeu a Medalha de Mérito Legislativo, concedida pela Câmara dos Deputados.[51]
Em 2024, o Ranking dos Políticos foi agraciado com a Medalha da Inconfidência, honraria concedida pelo Governo do Estado de Minas Gerais, durante cerimônia realizada em Ouro Preto.[52]
Em 2025, a organização recebeu o Prêmio Marco Maciel, concedido pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (ABRIG), e o 3º lugar na edição de 2024, na categoria “RIG na Sociedade Civil Organizada”. [53][54]
Publicação
[editar | editar código]Em maio de 2026, a plataforma lançou o livro "O Brasil Pode Dar Certo", com "propostas de reforma institucional para o país", reunindo ensaios de "25 autores entre economistas, juristas e especialistas em políticas públicas". Organizada por Luan Sperandio, "Analista político e Diretor de Operações" do Ranking dos Políticos,[55] a obra teve apoio do conhecido think tank conservador Atlas Network.[56][57] Em 8 de outubro de 2026, Sperandio publicou em sua conta no Twitter que estava "cada vez mais perto de chamar Flávio de 'presidente'".[58]
Aplicativo
[editar | editar código]Em 2018, a plataforma lançou um aplicativo para celulares Android, através do qual o eleitor teria "na palma da mão", "um mapa segmentado por estados com os respectivos representantes", o que lhe permitiria fazer "uma imagem do parlamentar para obter informações em poucos segundos". O diretor-executivo do Ranking, Renato Dias, declarou que o objetivo seria "fornecer subsídios aos cidadãos para eleger representantes honestos, com a ficha limpa e bom desempenho no Congresso".[59] O link para o aplicativo não está mais disponível na Play Store.[60]
Viés liberal
[editar | editar código]O Ranking dos Políticos também é alvo de críticas relacionadas aos critérios utilizados para classificar votações e à seleção dos indicadores considerados relevantes ("presença nas sessões, privilégios, processos judiciais e outros").[10] Analistas apontam que a definição dos pesos atribuídos a determinadas pautas e o enquadramento de projetos legislativos envolvem elementos de subjetividade que favorecem em demasia uma agenda neoliberal, em detrimento de políticas públicas que realmente favoreçam a população brasileira como um todo. Efetivamente, em 2018, a organização informava que em relação a temas econômicos e jurídicos:[61]
| “ | Temos firmes valores e princípios a respeito de temas econômicos e de liberdade. Nosso sistema de pontuação baseia-se nesses valores. Acreditamos na defesa dos direitos humanos, no respeito às leis, no combate à corrupção e aos privilégios, na livre iniciativa, na propriedade privada, no regime de mercado, na eficiência dos serviços públicos, na redução do desperdício, na liberdade de informação e outras bandeiras conquistadas pela civilização nos últimos séculos. Não somos absolutamente "neutros" (se é que exista alguém que seja) e o visitante que navegar pelo nosso site precisa saber disso antes de usar esse projeto. Não temos nada a esconder.[61] | ” |
Reportagens destacam que a organização declara adotar valores e princípios ligados a temas econômicos, como livre iniciativa, propriedade privada e economia de mercado. Segundo críticos, essa orientação colocaria em debate a caracterização do Ranking como ideologicamente neutro,[62] algo que a própria entidade negava enfaticamente que fosse.[61]
Embora anunciasse em seu site que suas principais bandeiras seriam "Anti-Corrupção, Anti-Privilégios, Voto Consciente"[9], bem como "combate à corrupção", "combate aos privilégios", "combate aos desperdícios", e que a entidade não se posicionava em relação à "temas sociais" (incluindo "aborto, pena de morte, casamento gay" e outros),[61] sistematicamente suas avaliações premiam parlamentares "ligados ao mercado e ao grande empresariado", não surpreendentemente à direita do espectro político,[9] e muitos deles vinculados ao Centrão, conhecido por aparelhar o Estado brasileiro via emendas parlamentares.[63] Isto contradiz o que estava publicado em seu site, onde eram denunciados
| “ | (...) alguns empresários amigos do governo, que conseguem mamatas que ninguém mais consegue: empréstimos com juros abaixo do mercado, isenções fiscais, leis feitas sob encomenda, incentivos a mercados que não teriam demanda sem a intervenção do governo e muito mais. É o que chamamos de capitalismo de compadrio, aquele tipo de economia que se baseia não em esforço e competência mas sim em conexão com o Estado “paizão”. Por isso, retiramos pontos de parlamentares que votam leis que ampliam privilégios, e adicionamos pontos aos políticos que combatem esse tipo de favorecimento.[61] | ” |
Um dos cofundadores do Ranking, Renato Feder, que em 2023 tornou-se Secretário de Educação de São Paulo no governo Tarcísio de Freitas, foi acusado de incorrer em alguns dos erros denunciados pelo Ranking em 2018 como "capitalismo de compadrio", dentre eles conflito de interesses, compras sem licitação, restrição à liberdade de cátedra, e uso de material didático com erros factuais.[64]
Referências
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Ligações externas
[editar | editar código]- Manfrin, Juliet (4 de dezembro de 2024). «Ranking dos Políticos 2024 é dominado por nomes da direita e do Centrão». Gazeta do Povo. Consultado em 28 de setembro de 2026. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2025
- Bonjour Machado, Mariana (5 de maio de 2022). «Como funciona o ranking dos políticos?». Mídia News. Consultado em 12 de outubro de 2026. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2026
