Jim Capaldi
| Jim Capaldi | |
|---|---|
Jim Capaldi (centro) a receber um disco de ouro pelo álbum dos Traffic The Low Spark of High Heeled Boys, 1972. | |
| Informações gerais | |
| Nome completo | Nicola James Capaldi |
| Nascimento | 2 de agosto de 1944 |
| Origem | Evesham, Worcestershire, Inglaterra |
| País | Reino Unido |
| Morte | 28 de janeiro de 2005 (60 anos) Londres |
| Gêneros | Rock, rock progressivo, rock psicodélico, blues rock |
| Instrumentos | bateria, percussão, vocais, teclados |
| Período em atividade | 1963–2004 |
| Gravadoras | Island Records, Polydor |
| Afiliação | Traffic |
| Página oficial | www.jimcapaldi.com |
Nicola James Capaldi, conhecido como Jim Capaldi (Evesham, Worcestershire, 2 de agosto de 1944 – Londres, 28 de janeiro de 2005), foi um músico, cantor e compositor britânico, conhecido sobretudo como membro fundador, baterista e um dos principais compositores dos Traffic. Ao lado de Steve Winwood, Chris Wood e Dave Mason, integrou a formação original do grupo, criado em 1967.[1]
Paralelamente à atividade nos Traffic, Capaldi iniciou uma carreira a solo em 1972 com o álbum Oh How We Danced.[2] Como compositor e letrista, participou na criação de temas dos Traffic como «Paper Sun», «Dear Mr. Fantasy» e «The Low Spark of High Heeled Boys», tendo também colaborado ao longo da carreira com diversos músicos britânicos e norte-americanos.[1]
Em 1994, voltou a trabalhar com Winwood na reunião dos Traffic, que resultou no álbum Far from Home e numa nova digressão. Em 2004, Capaldi foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame como membro dos Traffic.[3]
Biografia
[editar | editar código]Primeiros anos e início da carreira
[editar | editar código]Nicola James Capaldi nasceu em 2 de agosto de 1944, em Evesham, Worcestershire, numa família com tradição musical. O pai e o avô eram acordeonistas profissionais e a mãe era cantora, tendo trabalhado em rádio e gravações. Incentivado pela família, começou ainda jovem a aprender piano e bateria.[1]
Aos 14 anos, Capaldi formou a sua primeira banda, os Sapphires, na qual assumiu os vocais. Em 1963, formou os Hellions com o guitarrista Dave Mason e Gordon Jackson. No ano seguinte, o grupo realizou uma residência no Star-Club, em Hamburgo, acompanhando a cantora Tanya Day. Durante essa passagem pela Alemanha, Capaldi e Mason conheceram Steve Winwood, então membro do Spencer Davis Group, que atuava no mesmo local.[1][4]
Após regressarem a Inglaterra, os Hellions estabeleceram-se em Londres, onde trabalharam como banda de acompanhamento de Adam Faith e Dave Berry e obtiveram uma residência no Whisky-A-Go-Go. Foi nesse local que chamaram a atenção do produtor norte-americano Kim Fowley e da compositora Jackie DeShannon. O grupo assinou posteriormente com a Piccadilly Records e lançou como primeiro single «Daydreaming of You», composto por DeShannon e Sharon Sheeley e produzido por Fowley. O lado B, «Shades of Blue», foi composto por Capaldi e Mason.[4]

Em 1966, após o insucesso comercial dos discos dos Hellions, o grupo regressou a Worcestershire. Com a saída de Dave Mason, o guitarrista Luther Grosvenor juntou-se aos restantes membros, que passaram a atuar sob o nome Deep Feeling. A formação, que incluía também Gordon Jackson, Dave Meredith e John «Poli» Palmer, teve uma existência breve e realizou algumas gravações que não chegaram a ser editadas na época.[5]
Durante a passagem dos Hellions por Hamburgo, Capaldi e Mason tinham estabelecido amizade com Steve Winwood, então membro do Spencer Davis Group. Depois de abandonar esse grupo, Winwood começou a tocar informalmente com Mason e o multi-instrumentista Chris Wood no clube Elbow Room, em Birmingham. Capaldi foi convidado a juntar-se aos três músicos e, em 1967, o quarteto formou os Traffic.[1]
Traffic (1967–1974)
[editar | editar código]Nos Traffic, Capaldi assumiu inicialmente a bateria e os vocais, tornando-se também um dos principais compositores e letristas do grupo. Desenvolveu uma colaboração particularmente estreita com Steve Winwood, com quem escreveu o primeiro single da banda, «Paper Sun», e participou na composição de «Dear Mr. Fantasy», juntamente com Winwood e Chris Wood. A combinação da percussão de Capaldi, dos teclados de Winwood e da flauta e saxofone de Wood contribuiu para a sonoridade característica do grupo, que incorporava elementos de rock, folk, jazz e psicadelismo.[1][3]
Em 1969, os Traffic dissolveram-se pela primeira vez, depois de Steve Winwood abandonar o grupo para integrar os Blind Faith. Após o fim desse projeto, Winwood começou a trabalhar no que seria inicialmente o seu primeiro álbum a solo. Capaldi foi convidado a participar nas sessões e, posteriormente, Chris Wood juntou-se também às gravações. A reunião dos três músicos levou à reconstituição dos Traffic e ao lançamento de John Barleycorn Must Die, em 1970.[1]
Durante esta segunda fase, a formação dos Traffic foi sucessivamente alargada com outros músicos, incluindo os bateristas Jim Gordon e Roger Hawkins. A presença de outros bateristas permitiu a Capaldi dedicar maior atenção aos vocais, teclados e percussão, mantendo simultaneamente a parceria de composição com Winwood. Em John Barleycorn Must Die, Capaldi participou, entre outros temas, na composição de «Freedom Rider», «Empty Pages» e «Every Mother's Son».[1]
Paralelamente à atividade nos Traffic, Capaldi iniciou em 1972 uma carreira a solo. O grupo continuou ativo até 1974, ano em que se dissolveu novamente, passando então Capaldi a concentrar-se sobretudo nos seus próprios projetos musicais.[1]
Carreira a solo
[editar | editar código]Primeiros álbuns (1972–1978)
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Capaldi iniciou a carreira a solo em 1972 com Oh How We Danced, lançado pela Island Records enquanto os Traffic permaneciam ativos. Gravado nos Muscle Shoals Sound Studios, no Alabama, e nos Island Studios, em Londres, o álbum foi produzido por Capaldi e Chris Blackwell e contou com a participação de vários músicos ligados ao seu percurso, entre os quais Steve Winwood, Dave Mason, Chris Wood e Paul Kossoff. Musicalmente, o trabalho manteve ligações à sonoridade dos Traffic, embora com maior ênfase em canções de estrutura mais direta e influências de soul.[2]
Em 1974, ainda durante a atividade dos Traffic, Capaldi lançou o segundo álbum a solo, Whale Meat Again. O disco voltou a contar com a participação de Steve Winwood e Rebop Kwaku Baah, mas representou um maior afastamento da sonoridade dos Traffic do que o álbum de estreia. Enquanto o grupo incorporava progressivamente elementos de jazz, Capaldi aproximou-se do blues, com maior presença de influências de soul e funk.[6]
Após a dissolução dos Traffic, Capaldi lançou em 1975 o seu terceiro álbum de estúdio, Short Cut Draw Blood, o primeiro após o fim do grupo. O disco apresentou uma diversidade de estilos e incluiu uma versão de «Love Hurts», composição de Boudleaux Bryant, que se tornou o maior êxito de Capaldi nas tabelas britânicas, alcançando o quarto lugar no UK Singles Chart.[7][8]
Em 1978, Capaldi lançou The Contender, o seu quarto álbum de estúdio e o primeiro editado pela Polydor. Na América do Norte, o disco foi lançado pela RSO Records com o título Daughter of the Night e um alinhamento parcialmente diferente. [9][10]
Jim Capaldi em Portugal
[editar | editar código]Em abril de 1978, Capaldi atuou em Portugal, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. O espetáculo de 7 de abril contou na primeira parte com os Beatnicks, então com Lena d'Água como vocalista.[11][12]
Atividade posterior (1979–2004)
[editar | editar código]Em 1979, Capaldi lançou Electric Nights, álbum no qual incorporou influências da música disco sem abandonar a componente rock característica do seu trabalho. O disco incluiu «Time», versão de uma composição também gravada por Steve Winwood sob o título «Time Is Running Out», além de temas como «Tabitha», «White Jungle Lady» e a faixa-título. Capaldi assumiu novamente funções de produtor, vocalista e baterista, contando entre os músicos participantes com Rosko Gee, Simon Kirke, Peter Bonas, Chris Parren e Alan Spenner.[13]
Em 1980, Capaldi lançou The Sweet Smell of Success, iniciando uma nova fase discográfica pela Carrere Records. O álbum começou a revelar a influência da música brasileira no seu trabalho, particularmente em temas como «Man With No Country», e incluiu uma nova versão de «The Low Spark of High Heeled Boys», composição que escrevera com Steve Winwood para os Traffic. O disco foi produzido por Capaldi e Phil Brown e gravado em estúdios de Nice e Hamburgo.[14][15]
Em 1981, Capaldi lançou Let the Thunder Cry, trabalho no qual se tornou mais evidente a influência da sua ligação ao Brasil. O álbum incluiu «Favella Music», descrita pela crítica da AllMusic como uma homenagem brasileira, e «Old Photographs», adaptação em inglês da canção brasileira «Casinha Branca». Nas gravações participaram, entre outros, Steve Winwood, Mel Collins, Rebop Kwaku Baah e músicos brasileiros ligados aos Azymuth, incluindo José Roberto Bertrami e Alex Malheiros.[16]
Em maio de 1983, Capaldi lançou Fierce Heart, que marcou uma nova colaboração com Steve Winwood, participante nas gravações e na produção do álbum. O trabalho apresentou composições de caráter mais pessoal e orientadas para o pop rock, entre as quais «That's Love» e «Tonight You're Mine», e contou também com a participação de Van Morrison. «That's Love» tornou-se o maior êxito de Capaldi nos Estados Unidos, alcançando o 28.º lugar da Billboard Hot 100.[17]
Em 1984, Capaldi lançou One Man Mission, trabalho orientado para uma sonoridade rock mais direta e centrada nas guitarras e na secção rítmica. O álbum contou com a participação de vários músicos convidados, entre os quais Carlos Santana, Steve Marriott, Snowy White, Simon Kirke e John Giblin. Santana participou ainda na composição de «Lost Inside Your Love» e «Tales of Power».[18]
Após um período de menor atividade discográfica, durante o qual dividiu o seu tempo entre a Inglaterra e o Brasil, Capaldi regressou em novembro de 1988 com Some Come Running. O álbum assinalou também o seu regresso à Island Records e contou com a participação de vários músicos com quem mantinha relações artísticas de longa data, entre os quais Steve Winwood, Eric Clapton e George Harrison. Entre os temas destacados pela crítica encontravam-se «Something So Strong», a faixa-título e «Oh Lord, Why Lord».[19]
Reunião dos Traffic
[editar | editar código]Em 1994, Capaldi reuniu-se novamente com Steve Winwood, vinte anos depois da dissolução dos Traffic. A colaboração surgiu quando Winwood preparava um novo trabalho a solo, mas o desenvolvimento das sessões e a participação de Capaldi levaram os dois músicos a recuperar o nome do grupo. Sem Chris Wood, falecido em 1983, e sem a participação de Dave Mason, Winwood e Capaldi gravaram Far from Home, lançado em maio de 1994 e produzido por ambos. O álbum alcançou o Top 40 tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos.[20]
A reunião foi acompanhada por uma digressão durante o verão de 1994. Os Traffic atuaram em várias datas com os Grateful Dead e participaram no festival Woodstock '94. A digressão marcou a última grande atividade conjunta de Capaldi e Winwood sob o nome Traffic.[1]
Ainda em 1994, Capaldi alcançou novo reconhecimento como compositor com «Love Will Keep Us Alive», escrita em parceria com Paul Carrack e Peter Vale e gravada pelos Eagles para o álbum Hell Freezes Over. Interpretada por Timothy B. Schmit, a canção recebeu posteriormente um prémio da ASCAP pelo seu desempenho radiofónico nos Estados Unidos. Capaldi viria também a interpretá-la com Dave Mason, numa versão ao vivo editada em 1999 no álbum Live: The 40,000 Headmen Tour.[21][22][23]
Em 2001, após um longo período sem editar novo material a solo, Capaldi regressou com Living on the Outside. O álbum contou com participações de vários músicos ligados ao seu percurso, entre os quais George Harrison, Steve Winwood, Paul Weller, Gary Moore e Ian Paice. Incluiu ainda «Anna Julia», versão em inglês da canção da banda brasileira Los Hermanos, na qual Harrison participou na guitarra, Paice na bateria e Weller nos vocais de apoio.[24][25]
Em 29 de novembro de 2002, Capaldi participou no Concert for George, realizado no Royal Albert Hall, em Londres, em homenagem a George Harrison, exatamente um ano após a sua morte. Organizado por Olivia Harrison e Eric Clapton, o concerto reuniu numerosos músicos ligados à carreira de Harrison, tendo Capaldi integrado a formação como baterista. O espetáculo foi posteriormente editado em álbum e vídeo em 2003.[26][27][28]
Em 2004, Capaldi lançou Poor Boy Blue, o seu último álbum de estúdio. Produzido por Capaldi e René Tinner, o trabalho voltou a contar com a participação de Steve Winwood e incluiu também Gary Moore entre os guitarristas convidados. A ligação de Capaldi à música brasileira permaneceu presente em «Now Is the Time», composta em parceria com Lulu Santos.[29][30]
No mesmo ano, os Traffic foram introduzidos no Rock and Roll Hall of Fame.[3]
Vida pessoal
[editar | editar código]Em 1975, Capaldi conheceu a estudante brasileira Ana «Aninha» Campos, com quem se casou no mesmo ano. O casal estabeleceu residências em Marlow, no condado de Buckinghamshire, e em Ipanema, no Brasil, e teve duas filhas, Tabitha e Tallulah.[31]
Capaldi e a mulher estiveram também envolvidos em iniciativas de apoio a crianças desfavorecidas no Brasil. Aninha Capaldi integrou a organização britânica Jubilee Action a partir do final da década de 1980, tendo Jim Capaldi participado posteriormente em iniciativas de sensibilização e apoio aos projetos desenvolvidos no país.[32]
Doença e morte
[editar | editar código]Em 2004, poucos meses depois da entrada dos Traffic no Rock and Roll Hall of Fame,[3] Capaldi foi diagnosticado com cancro do estômago. Capaldi e Steve Winwood preparavam então uma nova digressão dos Traffic, que não chegou a realizar-se devido à doença.[33]
Capaldi morreu em 28 de janeiro de 2005, aos 60 anos, vítima de cancro do estômago. Deixou a mulher, Aninha, e as duas filhas, Tabitha e Tallulah.[33][31]
Discografia
[editar | editar código]- Oh How We Danced (1972)[2]
- Whale Meat Again (1974)[6]
- Short Cut Draw Blood (1975)[7]
- The Contender (1978)[10]
- Electric Nights (1979)[13]
- The Sweet Smell of Success (1980)[14]
- Let the Thunder Cry (1981)[16]
- Fierce Heart (1983)[17]
- One Man Mission (1984)[18]
- Some Come Running (1988)[19]
- Living on the Outside (2001)[24]
- Poor Boy Blue (2004)[29]
Referências
[editar | editar código]- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Deming, Mark. «Jim Capaldi Biography». AllMusic. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 3 Erlewine, Stephen Thomas. «Oh How We Danced». AllMusic. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 3 4 «Traffic». Rock & Roll Hall of Fame. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2026
- 1 2 «The Hellions - Biography». 45cat. Consultado em 16 de agosto de 2026
- ↑ Unterberger, Richie. «Deep Feeling Biography». AllMusic. Consultado em 16 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2026
- 1 2 Erlewine, Stephen Thomas. «Whale Meat Again - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 17 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 Collar, Matt. «Short Cut Draw Blood/The Contender (Daughter of the Night) - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 17 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ «Love Hurts – Jim Capaldi». Official Charts Company. Consultado em 17 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ Collar, Matt. «Short Cut Draw Blood/The Contender (Daughter of the Night) - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 «The Contender». Jim Capaldi. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2026
- ↑ «Ligeiríssimo». RTP Arquivos. 5 de março de 1978. Consultado em 17 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2026
- ↑ «Lena d'Água: "Tira as calças, tira as calças!"». Diário de Notícias. Consultado em 17 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2026
- 1 2 Chrispell, James. «Electric Nights - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 «The Sweet Smell of Success - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ «The Sweet Smell Of Success». Jim Capaldi. Consultado em 18 de agosto de 2026
- 1 2 Planer, Lindsay. «Let the Thunder Cry - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2026
- 1 2 Chrispell, James. «Fierce Heart - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 Chrispell, James. «One Man Mission - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 Chrispell, James. «Some Come Running - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ Ruhlmann, William. «Far from Home - Traffic». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2026
- ↑ «Love Will Keep Us Alive». Easy Song. Consultado em 18 de agosto de 2026
- ↑ «About». Paul Carrack. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2026
- ↑ «Love Will Keep Us Alive by Dave Mason and Jim Capaldi». SecondHandSongs. Consultado em 18 de agosto de 2026
- 1 2 Ruhlmann, William. «Living on the Outside - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ Valletta, Marcelo (15 de fevereiro de 2002). «Disco traz George Harrison e "Anna Julia"». Folha de S.Paulo. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ «The Concert for George». Concert for George. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2026
- ↑ Erlewine, Stephen Thomas. «Concert for George - Original Soundtrack». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ «The Performers». Concert for George. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 «Poor Boy Blue - Jim Capaldi». AllMusic. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- ↑ «Poor Boy Blue». Jim Capaldi. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2026
- 1 2 Williams, Richard (29 de janeiro de 2005). «Jim Capaldi». The Guardian. Consultado em 18 de agosto de 2026
- ↑ «Charity». Jim Capaldi. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 18 de agosto de 2026
- 1 2 «BMI Songwriter Jim Capaldi Dies». BMI. 31 de janeiro de 2005. Consultado em 18 de agosto de 2026. Cópia arquivada em 7 de junho de 2026