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💎 Building great software, together! TechLeads.club

About us

Nossa missão é elevar a qualidade técnica da comunidade brasileira, conectando pessoas incríveis, experiências reais e conteúdos avançados sobre-excelência técnica, liderança e inspiração e entrega de valor. Tenha todo o suporte na sua jornada para além de senior com conteúdo avançado com quem vive o desenvolvimento de software: - Acesso a cursos sobre arquitetura e desenvolvimento de software - Acesso a cursos sobre liderança e entrega de software - Clube do livro - Meetups sobre liderança e desenvolvimento/arquitetura de software - Participação em projetos open source - Comunidade engajada Tudo que você precisa para o suporte na sua jornada está aqui. Venha com a gente, construir software de qualidade, juntos!

Website
https://tinyurl.com/tlc-linkedin
Industry
Technology, Information and Internet
Company size
2-10 employees
Headquarters
São Paulo, SP
Type
Self-Employed

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    Quanto mais eu trabalho com IA, mais eu vejo a necessidade de ter "mente de principiante". Tu aprende uma abordagem, coloca em prática, acha que começou a dominar… e logo aparece algo que te faz repensar como estava trabalhando. A velocidade de mudança da tecnologia parece ser cada vez maior. Tenho usado IA *todos os dias* para construir produtos. Mesmo assim, quando sento para aprender com gente que está explorando outras formas de fazer, percebo o quanto ainda posso evoluir. Não tem nada que hoje esteja "escrito em pedra" e que, amanhã, eu não possa rever e evoluir. E por isso é tão importante questionar aquilo que já está funcionando. Estou feliz demais por estar começando a Formação Elevate, do Tech Leads club 💎. Altíssimo nível técnico e vários insights para implementar no fluxo de desenvolvimento dos projetos.

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  • Destaques da Gamificação de Setembro na Tech Leads club! 🎉 Setembro foi marcado por contribuições bem diferentes entre si, mas com algo em comum: membros compartilhando experiências e materiais que poderiam ajudar outras pessoas da comunidade. 🥇 Felipe Rodrigues liderou o ranking com +178 pontos. Direto de San Francisco, compartilhou resumos das talks da The AI Conference 2026, além de conteúdos sobre ferramentas e iniciativas que encontrou por lá. 🥈 João Lucas Moreira Tardim ficou em segundo lugar, com +94 pontos, depois de organizar e compartilhar um resumo visual dos dois dias do nosso Workshop de Desenvolvimento Assistido por IA Avançado. 🥉 Nicole Barros fechou o pódio com +79 pontos e trouxe um relato sobre como os conteúdos e discussões da Tech Leads club impactaram sua atuação com IA, desde treinamentos para o time até o reconhecimento dentro da empresa. A gamificação é uma das formas que usamos para reconhecer quem compartilha experiências, materiais e aprendizados que ajudam a comunidade a evoluir em conjunto. Parabéns, Felipe, João e Nicole, e obrigado por contribuírem tanto ao longo do mês 👏 🔗 O link para conhecer a Tech Leads club está nos comentários.

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  • Colocar um produto de pé com IA ficou mais fácil. A dificuldade aparece quando esse produto precisa crescer, receber usuários reais e ir para produção. Erick Lima Chaves viveu esse processo em um projeto freelance. Ele assumiu um produto criado no Lovable, chegou aos limites da plataforma e usou IA como apoio para aprender GCP e migrar praticamente toda a infraestrutura sozinho. No trabalho como Tech Lead na Suflex, essa experiência também mudou a forma como ele trabalha com o time e como cada dev assume uma feature de ponta a ponta. Nesta quinta-feira, 08/10, às 19h, o Erick participa de um meetup exclusivo da Tech Leads club para compartilhar esse processo na prática. Você vai ver: - o que muda quando um projeto criado com vibe coding precisa crescer e ir para produção; - como ele valida o que a IA produz e decide até onde confiar; - o que mudou no fluxo de desenvolvimento e no papel dele como Tech Lead. Ele também vai abrir o que funcionou, onde errou e como tomou essas decisões. O encontro é exclusivo para membros da nossa comunidade. Link para conhecer a Tech Leads club e participar nos comentários 👇

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    Felipe Adamoli Felipe Adamoli is an Influencer

    Co-Founder @ TechLeads.club

    Chegaram ao fim os 10 dias em San Francisco. Dias intensos e de muito aprendizado. Visitamos empresas como Cursor, Stripe e Atlassian e participamos da The AI Conference 2026, evento com mais de 5.500 participantes e palestras de Anthropic, OpenAI e outras. Mais uma vez vimos de perto o que empresas referência do mercado estão fazendo e voltamos com a confiança de que o conteúdo que levamos para a comunidade brasileira de desenvolvimento de software está alinhado com essas práticas. Identificamos também algumas novas tendências e já estamos nos preparando para começar a compartilhar com a comunidade nas próximas semanas. Valeu demais pela parceria nessa jornada William Reis Fernandes, Felipe Rodrigues, Waldemar Neto, William Calderipe e Igor Antiqueira!

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  • Na volta do primeiro dia da The AI Conference, o William Reis Fernandes trouxe um dado de uma palestra da Monday que rendeu uma boa discussão no carro. Segundo o que foi apresentado, 58% dos PRs já passam por aprovação de agentes. A conversa foi direto pra uma dúvida: o que entra nesses 58%? Se boa parte forem mudanças simples, como ajuste de copy, botão ou pequenas alterações, o número significa uma coisa. Se entram PRs com mais contexto técnico e impacto maior, significa outra. Na mesma palestra, também apareceu outro dado: cerca de 2.000 agentes rodando. No fim, a discussão ficou muito mais em cima da complexidade das tarefas do que da porcentagem em si. Até onde você acha que faz sentido dar autonomia pra agentes nesse tipo de fluxo?

  • Essa semana passamos por Cursor, Stripe e um evento do Grokbot no mesmo dia em San Francisco. As conversas eram bem diferentes, mas começaram a mostrar uma mudança parecida: parte da execução técnica está ficando mais acessível, enquanto aumenta o peso de contexto e decisão no trabalho do engenheiro de software. → No Cursor, vimos um movimento para simplificar capacidades antes muito concentradas em perfis técnicos. Produto, design e até áreas administrativas já começam a usar essas ferramentas no dia a dia. E isso também ajuda quem já é técnico, porque reduz o atrito para colocar agentes e automações no fluxo de trabalho. → Na Stripe, a conversa foi para outra parte dessa mudança: como engenharia pode se aproximar mais do usuário e das decisões de produto. Foi lá também que encontramos Drew Hoskins, autor de O Engenheiro de Software com Mentalidade de Produto, livro que estamos lendo agora no Clube do Livro da TLC. A conversa passou por um problema comum em empresas maiores: o engenheiro nem sempre tem acesso direto ao usuário, mas a empresa já acumula muito contexto em reuniões com clientes, suporte, métricas e dados de uso. Com IA, fica mais viável transformar esse volume em contexto útil para decisões de engenharia e produto. → Mais tarde, no evento do Grokbot, vimos isso em casos bem concretos. Agentes acompanhando alertas, investigando incidentes, abrindo PRs com possíveis correções e revisando conversas com clientes para identificar padrões que podem virar insumo para produto. Self-healing systems não são uma ideia nova. O que muda agora é o quanto esse tipo de fluxo ficou mais simples de colocar de pé. Quando juntamos tudo que apareceu ao longo do dia, a leitura foi essa: à medida que parte da execução fica mais acessível ou automatizável, aumenta a responsabilidade sobre as decisões que vêm antes e depois do código. Entender melhor o problema, avaliar trade-offs, conectar contexto de produto com arquitetura e decidir onde a automação realmente ajuda passa a pesar mais. É uma discussão que já aparece há bastante tempo dentro da TLC e da nossa formação Elevate. Agora estamos vendo isso ganhar forma de maneira cada vez mais concreta nas ferramentas e workflows que esses times estão colocando em prática.

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    Ontem prometi o resumo do segundo dia da The AI Conference. Foram 11 talks, e no carrossel está a ideia principal de cada uma, com os números e os exemplos. O que mais me chamou atenção: - O Ion Stoica mostrou um agente que passou em todos os testes de um key-value store sem salvar os dados. Para ele, só o ambiente real valida um agente, e o humano ainda precisa dizer o que o sistema deveria fazer. - O Charlie Guo, na única talk de harness do evento, defendeu que modelos melhores pedem harnesses melhores, e mostrou as peças que hoje mantêm um agente rodando por horas sem perder o fio. - Na Exa, resultado de busca ocupava quase metade dos tokens de entrada dos agentes. Mandando para o modelo só o trecho que responde a pergunta, a busca caiu de 45% para 1% do custo da tarefa. - A Tempo ligou cada token gasto com IA a um ticket do Jira e descobriu que mais de 75% ia para manutenção de código legado, e que essas tarefas ficaram 60% mais rápidas. Com isso fecho a cobertura da conferência. Quem quiser ver o resumo do primeiro dia, está no post anterior.

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    Jamais, de maneira alguma, delegue seu futuro profissional a uma empresa. Empresas mudam. Estratégias mudam. Gestores mudam. Projetos acabam. Tecnologias deixam de ser prioridade. O que permanece com você é aquilo que você aprendeu e a capacidade que desenvolveu de continuar aprendendo. Por isso, sempre assumi a responsabilidade pela minha própria formação. E os livros hoje são minha principal fonte de conhecimento. Não porque sejam a única. Aprendo com cursos, documentação, artigos, vídeos, colegas de trabalho e, cada vez mais, com ferramentas de IA. Mas existe algo na leitura de um bom livro que dificilmente encontro em outros formatos: profundidade, estrutura e tempo para refletir sobre uma ideia. Ao mesmo tempo, também precisei aprender outra coisa: não preciso consumir tudo. Na nossa área existe uma sensação constante de atraso. Sempre há uma nova tecnologia, um novo framework, uma nova ferramenta de IA, uma nova arquitetura, dez artigos salvos e vinte vídeos na fila. Se você tentar acompanhar tudo, estudar deixa de ser aprendizado e começa a virar ansiedade. Ler menos coisas, mas com mais atenção. Estudar aquilo que conversa com os problemas que estou enfrentando e com o profissional que quero me tornar, me ajuda a não cair na pilha de tentar acompanhar tudo o que acontece no mundo do desenvolvimento de software. Recomendo fortemente a leitura desse livro que estamos lendo no clube de leitura do Tech Leads club 💎 #DesenvolvimentoProfissional #AprendizadoContínuo #CarreiraEmTecnologia #Leitura #EngenhariaDeSoftware

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    Nesta semana iniciei a formação do Tech Leads Club (Elevate). Além dos encontros ao vivo, a plataforma reúne dezenas de aulas gravadas sobre arquitetura, dados e inteligência artificial aplicada. Estudar conteúdo técnico denso apenas assistindo a vídeos de forma passiva gera baixa retenção. Ao mesmo tempo, pausar o player continuamente para copiar termos interrompe o raciocínio, resultando em notas lineares que ficam isoladas em pastas locais e não conversam com anotações anteriores. Para resolver esse gargalo na minha rotina de estudos, desenvolvi o course2brain: uma ferramenta open source que transforma aulas online em notas estruturadas e interligadas no cofre do Obsidian. O fluxo opera em três etapas: Extração no navegador: uma extensão Chrome (Manifest V3) baseada no padrão Strategy identifica a página da aula e extrai legendas (WebVTT/SRT), textos de apoio e links de referência em um clique. O extrator inicial atende ao Circle.so e pode ser estendido para Skool, Hotmart ou plataformas internas. Síntese orientada a engenharia: um motor local em Python (FastAPI + Typer) normaliza o texto e aciona o Google Gemini 3.8 Flash. A nota gerada segue uma estrutura fixa com resumo executivo, conceitos fundamentais com análise de trade-offs, passos de aplicação prática e perguntas para active recall. Auto-Interlink e Grafo: após salvar a nota em 10-Cursos/, o motor calcula a similaridade vetorial (embeddings de 384 dimensões em SQLite local) entre a aula e o restante do cofre (pastas de conceitos, artigos e estudos). Notas com alta correlação passam por uma checagem semântica com o Gemini e recebem links bidirecionais automáticos com justificativa técnica. O projeto conta também com suporte a plugins locais, permitindo integrar webhooks, scripts de backup ou pipelines privados sem versionar credenciais no repositório. Publiquei um artigo detalhando a arquitetura técnica da solução, os desafios de sincronização no iCloud Drive e os comandos da CLI (c2b serve, c2b linkar, c2b init-vault). Os links para o artigo completo no Substack e para o repositório no GitHub estão no primeiro comentário. #EngenhariaDeSoftware #OpenSource #Obsidian #SecondBrain #InteligenciaArtificial

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