Sobre a reforma laboral na Argentina, convém separar ruído de factos.
A narrativa que anda a circular fala em "trabalho contínuo obrigatório de 12 horas", despedimentos gratuitos, salários pagos em carne ou leite e fim do direito à greve. O problema é que, olhando para o texto da
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Feb 15

Jornal Económico
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