Lista de empresas envolvidas na Operação Lava Jato
Aparência
Estas são as principais empresas envolvidas na Operação Lava Jato.
Estatais
[editar | editar código]- Petrobras - vítima no esquema,[1][2][3][4] a empresa ficou conhecida por ser o principal investigado no escândalo de corrupção como Escândalo da Petrobras ou Petrolão
- BR Distribuidora[5][6]
- Transpetro[7]
- Eletronuclear, alvo da Operação Radiotividade[8]
- Banco do Brasil, alvo da Operação Alerta Mínimo, em setembro de 2019[9]
Refinarias
[editar | editar código]Construtoras
[editar | editar código]As principais construtoras assumiram participação nos crimes investigados pela Operação Lava Jato e fizeram acordo de colaboração premiada.
- Odebrecht[12]
- OAS[12]
- Camargo Corrêa[12]
- Andrade Gutierrez[12]
- Queiroz Galvão[12]
- UTC Engenharia[13]
- Constran[14]
- Engevix[13]
- IESA Óleo e Gás[15]
- Toyo Setal[16]
- Mendes Júnior[13]
- Galvão Engenharia[12]
- Skanska[15]
- Promon Engenharia[15]
- GDK[15] - foi alvo de mandados de busca e apreensão na 9ª fase da Lava Jato. Em julho de 2016 o empresário César Roberto Santos Oliveira, dono da GDK, foi indiciado por corrupção ativa, crime contra a ordem econômica e associação criminosa.[17] A empresa foi apontada por Pedro Barusco como uma das que pagaram propina a funcionários ligados à Diretoria de Serviços da Petrobrás, fruto de 5 contratos com a área de gás e energia da companhia no valor de 700 milhões de reais.[17]
- Techint[15] - sua subsidiária Confab foi fornecedora de tubos para a Petrobrás, efetuou pagamentos irregulares de 9,4 milhões de dólares para beneficiários do esquema por meio de empresas no exterior, sendo alvo da 30.ª fase da Operação Lava Jato.[18] Foi também alvo da 16.ª fase da Lava Jato, vinculada à construção de Angra 3, quando um dos mandados de busca e apreensão foi cumprido no escritório em São Paulo do engenheiro Ricardo Ourique Marques, diretor geral na Techint.[19] Passou a ser investigada também pela procuradoria de Milão em setembro de 2015.[19]
- Carioca Christiani Nielsen Engenharia[15] - membro do "clube das empreiteiras", firmou um acordo de leniência em 2016.[20] Teria sido solicitada por Eduardo Cunha a pagar propina pelas obras do Porto Maravilha no Rio, tendo concordado.[21]
- Schahin Engenharia[15] - investigada na 31.ª fase da Operação Lava Jato pela participação no consórcio de construção do novo CENPES, teria conseguido a obra após o pagamento de 20 milhões de reais em propina.[22]
- Alumini Engenharia[15] - anteriormente conhecida como Alusa, participou das obras da Refinaria Abreu e Lima e do Comperj, teria feito parte do “clube de empreiteiras”, entrou em recuperação judicial em 2015.[23]
- MPE Montagens e Projetos[15] - investigada por superfaturamento no metrô de Salvador, envolvimento no esquema da Petrobras e no cartel do metrô de São Paulo, também foi acusada de fraudar documentos para se livrar de uma penhora de bens ao Tribunal de Contas da União.[24]
- Tomé Engenharia[15] - suspeita de pagamentos de propina que somam 2,25 milhões de reais em contratos com a Petrobras, repassava o dinheiro através de contratos de fachada firmados entre as empresas do Grupo Tomé e empresas de Adir Assad.[25]
- CR Almeida - alvo das operações O Recebedor e Tabela Periódica[26]
- Construcap - alvo da 31ª fase da Lava Jato[12]
- WTorre - outro alvo da 31ª fase da Lava Jato[27]
- Egesa[15]
- Triunfo - alvo da Operação Integração[28]
Empresas de fachada
[editar | editar código]- GFD Investimentos - empresa ligada ao ex-deputado José Janene e ao doleiro Alberto Youssef[29]
- Jamp Engenheiros - empresa ligada à Milton Pascowitch[30]
- JD Consultoria - empresa ligada ao ex-ministro José Dirceu, alvo da Operação Pixuleco[31]
- Labogen - empresa ligada ao doleiro Alberto Youssef[31]
Empresas de comunicação
[editar | editar código]- Diário do Grande ABC - alvo da Operação Carbono 14[32][33]
- Organização Arnon de Mello - empresa de propriedade da família do ex-presidente Fernando Collor de Mello, alvo da Operação Politeia[34]
Outras empresas
[editar | editar código]- Alstom[35]
- Aratec Engenharia[36]
- Banca della Svizzera Italiana[37]
- Banco Paulista, alvo da Operação Disfarces de Mamom[38]
- Borghi Lowe, alvo da Operação A Origem[39]
- Braskem[40]
- BTG Pactual[41]
- Consist[42]
- Conspiração Filmes[43]
- Eldorado Brasil - alvo da Operação Sépsis[44]
- Estre Ambiental, alvo da Operação Quinto Ano[45]
- Grande Moinho Cearense[46]
- Grupo Libra, alvo de um dos Desdobramentos da Operação Lava Jato, no Rio de Janeiro[47]
- Grupo Monte Verde[48]
- Grupo Petrópolis, alvo da Operação Rock City[49]
- H.Stern[nota 1][50][51]
- Hypera Pharma[52]
- Jaraguá Equipamentos[53]
- JBS - alvo das operações Sépsis e Patmos
- M. Dias Branco[54]
- Mossack Fonseca[55][56]
- Oi[57]
- Oscar Iskin, alvo da Operação Ressonância[58]
- Rodrimar[59]
- Rolls-Royce[60]
- Sanko Sider[61][62]
- SBM Offshore[63]
- Sete Brasil[64]
- Technip[65]
- Transocean[66]
Ver também
[editar | editar código]Notas e referências
Notas
- ↑ A joalheira H.Stern foi investigada a partir de um desdobramento da Operação Lava Jato, do esquema comandado pelo ex-governador Sérgio Cabral.
Referências
- ↑ «Lula admite corrupção na Petrobras, erros de Dilma e compara mensalão a orçamento secreto». CNN Brasil. 25 de agosto de 2022. Consultado em 1 de julho de 2025
- ↑ «Justiça dos EUA reconhece Petrobras como vítima na Lava Jato». Infomoney. 27 de setembro de 2018. Consultado em 1 de julho de 2025
- ↑ «Presidente da Petrobras afirma que empresa foi 'vítima' no esquema de corrupção». Globoplay. Globo. Consultado em 1 de julho de 2025
- ↑ Fernanda Odilla (17 de março de 2018). «Lava Jato: MPF recupera R$ 11,9 bi com acordos, mas devolver todo dinheiro às vítimas pode levar décadas». BBC. Consultado em 1 de julho de 2025
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- ↑ «PF pede todos os contratos da Tecnologia da Informação da BR Distribuidora». Estadão. Consultado em 28 de dezembro de 2016
- ↑ «Transpetro registra perda de R$ 256 mi com desvios da Lava Jato». Estadão. Consultado em 28 de dezembro de 2016
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